terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Chocolates eróticos, A Sensação !

      Algumas combinações são propícias ao pecado: chocolate e sexo é uma delas. Frutos proibidos fontes de prazer, esta dupla inspirou o sexólogo e secretário da Comissão dos Estudos em Terapia Sexual do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e medicina Psicossomática Amaury Mendes Júnior a realizar um estudo sobre a relação entre a forma de saborear o doce e se relacionar com a sexualidade, concluindo que as semelhanças entre as duas atividades são maiores do que podemos imaginar.  O chocolate possui propriedades calmantes e libera o hormônio endorfina, responsável por elevar a auto-estima, promover o bem-estar e afastar a ansiedade. A sensação é muito parecida com a de um orgasmo, o auge do prazer sexual. Além disso, desde os tempos antigos, o doce é usado como afrodisíaco e até hoje faz parte do jogo das conquistas amorosas.
Embora por si só a análise não seja capaz de definir a personalidade de uma pessoa, pode ser bastante reveladora: Comedida ou devoradora? Descubra seu perfil:
Gulosa - Come muitos pedaços. Para estas pessoas, o sexo é rápido, por vezes supérfluo. Tem o intuito de agradar o parceiro, mas acaba prejudicando a relação. Se for do sexo masculino, pode sofrer de ejaculação precoce.
Desconfiada - Gosta de chocolate, mas nunca aceita quando oferecem. É cismada, ciumenta e controlada.
Exigente - Degusta apreciando a aparência, o aroma, a textura e o sabor do chocolate. Ela sabe curtir o sexo e exige bastante do parceiro. Pode estar insatisfeita nos relacionamentos.
Seletiva - Prova vários sabores, mas não encontra um que satisfaça. Em geral, são mulheres de boas condições financeiras sem grandes obstáculos na vida, mas que enfrentam dificuldades de obter prazer.
Devoradora - É capaz de engolir um bombom inteiro sem morder, liquidar uma barra de chocolate de uma só vez. É característico de quem se acostumou a abreviar as brinacdeiras sexuais, de casais que estão juntos a anos.
Generosa - Come um pedaço e guarda o resto para depois.


Ovos de Páscoa exóticos é a grande novidade para 2013!



Ovos de chocolate e brigadeiros com recheios regionais ganham espaço na Páscoa em Cuiabá. Muita gente prefere fugir do convencional e procura algo diferente. Sabores exóticos como o doce de mamão com rapadura, o furrundu (típico da culinária cuiabana), pixé (milho torrado,amendoim, açúcar e canela), guaraná ralado e farofa de banana ficam com um gostinho diferente ao se transformarem em recheios dos ovos de Páscoa. Há também a abóbora e o pequi  que viram doces e se unem ao chocolate.
“O sabor se diferencia na hora de temperar o chocolate. Esse é um dos passos mais importantes no momento de fazer a receita”, explica Rosani Ortiz, de 28 anos, que há um ano e meio decidiu se dedicar exclusivamente à produção caseira de bombons, brigadeiros, doces e ovos de chocolate.
Rosani ressalta que muitas frutas regionais e doces típicos podem se transformar em brigadeiro, que serão usados como recheios dos ovos. No entanto, a diferença está no tipo de chocolate que será usado e no momento em que ele deve ficar no “ponto” para ser levado à geladeira, antes de se colocar o recheio dentro.
O brigadeiro (recheio), segundo ela, também é feito em casa nos moldes tradicionais. Para fabricar um ovo regional, por exemplo, a doceira destaca que é bem simples. “É só fazer o doce de furrundu ou pequi caseiro e espalhar na casca do ovo como uma das camadas. Por cima será passada mais uma camada de chocolate, transformando o doce em recheio”, explicou.
Ovo de Páscoa de MT (Foto: Kelly Martins/G1)Ovo de Páscoa com sabor regional faz sucesso
entre cuiabanos e turistas (Foto: Kelly Martins/G1)
Rosani destaca que o chocolate com sabor regional tem liderado as vendas e os pedidos de encomenda por ser algo diferente do que é oferecido nos supermercados e no comércio em geral. O chocolate com sabor de farofa de banana, item de um prato típico da culinária cuiabana, e de guaraná ralado, bebida tradicional da região, fazem sucesso entre os consumidores.
De acordo com a doceira, o valor gasto para produzir um ovo de Páscoa regional de 350 gramas varia entre R$ 10 e R$ 20. Dentro do ovo, podem ser colocado recheios de brigadeiros regionais ou bombons tradicionais.

(http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2012/04/ovo-de-pascoa-de-pequi-e-de-sabores-exoticos-ganham-espaco-em-cuiaba.html)

                                                               

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

2013, o ano das inovações!!




     2013, o ano das inovações, o ano que desarmou crenças, estatísticas e ideias a despeito do suposto fim do mundo no ano que se passou.
     Contudo, fica claro que este não é um ano qualquer, mas sim um ano de mudanças e inovações. Não por acaso a Bel'uber Chocolates genuínos traz a seu clientes nessa Páscoa tudo de mais sofisticado em chocolates proporcionando a confiança e qualidade necessária para presentear quem você ama!
     Como forma de simbolizar o ano da inspiração, a Bel'uber Chocolates genuínos irá comercializar ovos de Páscoa de gostos, cores, formas e tamanhos variados, bem como ovos personalizados, feitos sob medida (mediante encomenda), ovos recheados, trufados, de misturas exóticas, sem deixar de mencionar os demais tipos de chocolates, com formas, em cubos, em barras, chocolates mix, chocolates eróticos (somente mediante encomenda)
     em breve serão divulgados mais imagens com  detalhamentos específicos de cada Bel'uber Chocolate pra você!


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     A Bel'uber Chocolates genuínos confia em Deus e acredita no relacionamento e na credibilidade do próximo!




A deliciosa origem dos ovos de Páscoa!




     Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da vida e do sacrifício daquele que fundou uma das maiores religiões do mundo. Contudo, muitos não conseguem visualizar qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate.
      Para responder a essa pergunta, precisamos voltar no tempo em que o próprio cristianismo estava longe de se tornar uma religião. Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera.

     Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural. Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.

     Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

     A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.

     No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.

     Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.


Por Rainer Sousa
Graduado em História